Minha história de Superação: Como emagreci 33kg.
“Oi gente! Meu nome é Karime Goulart El Hamoui e agora dia 28 completo 20 anos. Bom, fui chamada pra participar do Gente como a Gente no @blogdadebs, contei minha história lá e resolvi contar aqui minha história pra vocês. Quando eu tinha 8 anos de idade, tive uma infecção enorme no ouvido, e tive que fazer tratamento com corticoide. Resultado? Engordei. E não parei mais. Com 12 anos eu pesava 75kg. Com 15 estava com 83kg.
Aqui em casa sempre teve muita coisa boa. Mas a culpa, de maneira alguma, foi dos meus pais. A minha mãe fazia bolos, geleias, essas coisas. Nunca faltou fruta, nunca. Salada também. Mas eu não gostava. Eu comia bolo. Mas comia de café, de sobremesa, de lanche, de janta. Geléia eu nunca comi, não gosto muito. Eu comia errado mesmo. Minha mãe não comprava bolachas recheadas, não tinha essas coisas em casa. Eu comprava sozinha e escondida. Minha mãe sofreu muito com isso, tadinha.
Fiz acompanhamento com diversos endocrinologistas e nutricionistas aqui da minha cidade (moro em Cascavel – Paraná), desde que comecei a engordar. Mas era sempre aquela história, né? Emagrece 2kg e engorda 1kg. Eu não tinha continuidade no tratamento. E eu era muito novinha. Então pra mim era MUITO complicado abrir mão de todas aquelas coisas gostosas (que hoje não como) que as crianças e outros amigos comiam na escola. A minha mãe, coitada, foi chamada na escola uma vez porque eu comia o lanche dos outros colegas (mais o meu), olha a fase e a vergonha! Eu chegava a comer dois pacotes de bolacha recheada por dia, comia barras de chocolate, fritura, tudo, tudo errado. E não, eu não comia salada.
E exercício físico? Quando criança, até uns 15 anos eu não era sedentária. Estava sempre me movimentando e fazendo esportes no colégio. Com 15 anos eu parei. Empaquei. Aconteceram algumas coisas comigo no colégio, uma humilhação, digamos assim, por parte do garoto que eu gostava e dos amigos dele, então eu fiquei muito, muito mal, e acabei entrando em depressão, com 15 anos de idade. O que resultou em sedentarismo. Eu não saía, eu só queria ficar em casa, vendo TV , na internet, porque era meu refúgio, ninguém me conhecia de verdade e ninguém sabia da minha história. Até hoje tomo medicamentos por causa disso.
Em abril de 2009, eu tive que retirar o apêndice. Nessa época eu estava com meus 83kg. E meu pai é médico, e então sempre vivi cercada por médicos, e todos me alertando que eu deveria cuidar da minha saúde. Eu nunca ouvi. Fiz a cirurgia, até aí tudo bem. Depois da cirurgia eu engordei 10kg em 8 meses. Em dezembro do mesmo ano, minha pressão subiu pra 16x10, meus triglicérides estavam em quase 400, eu estava tomando remédio pra diabetes porque estava pré-diabética. Eu, com 18 anos, pesava 93kg.
Em fevereiro de 2011, meus pais me mandaram pra um SPA, bem simples, em Curitiba. Fiquei uma semana lá. Fiz tudo certo e adorei. Perdi 5kg. A ideia era continuar em casa, né? Não rolou. A única coisa de boa que trouxe como ensinamento até hoje do SPA, é não tomar mais refrigerante. Fazem 3 anos que eu não tomo refri. E não sinto falta. Eu consegui me manter em 92kg, mas eu tinha crises, de tempo em tempo…
A gota d’agua, não só pra mim, mas para os meus pais, foi um dia que não gosto nem muito de lembrar e na verdade, nunca compartilhei com ninguém. Eu ia entrar no banho, e quando tirei a roupa, me olhei no espelho. Eu só conseguia chorar. Fiquei uns 5 minutos chorando na frente do espelho, e minha mãe chegou e me viu naquela cena. Eu estava acabada. Eu gritava e queria, literalmente, pegar uma faca e cortar fora minha barriga, minhas coxas, braços… Minha mãe chorava mais que eu. Acredito que minha mãe tenha sofrido tanto quanto eu por me ver do jeito que eu estava. Quando meu pai chegou, minha mãe contou pra ele e ele ligou direto pra um médico gastro, amigo da família e no outro dia eu já fui consultar, junto com meus pais.
A ideia era usar um balão gástrico. Um balão de silicone é colocado dentro do estômago, o que cria a sensação de que o estômago está menor, mas só pode ser usado por no máximo 6 meses e pode voltar todo o peso perdido rapidamente, sem contar nos efeitos colaterais, porque muita gente não se adapta com o corpo estranho dentro do corpo. Saí de lá com a ideia do balão. Vim pra casa e comecei a pesquisar. Cheguei na tão polêmica Cirurgia Bariátrica (s2 s2). Conversei com meu pai, disse que tinha medo de me frustrar colocando o balão e depois voltando tudo, porque depois de tantos tratamentos sem sucesso eu só queria algo que desse certo. Daí meu pai comentou da cirurgia. E eu falei que li, que me interessei, que queria ir consultar de novo pra ver sobre a cirurgia. No outro dia, estava eu e meus pais lá de novo consultando.
Fui encaminhada para o outro médico, o gastro cirurgião, que me explicou tudo detalhadamente. Me disse que eu tinha todas as indicações necessárias (obesidade, IMC alto, pré diabetes, triglicérides) e me encaminhou para a nutricionista, psicóloga, cardiologista, psiquiatra. Eu precisava fazer tratamento e exames com esses especialistas antes. Quando todos me liberaram pra cirurgia, marquei. Pro dia 27 de junho de 2011. Fiz Sleeve Gástrico, só retiraram um pedaço do estômago, o intestino fica intacto. E o melhor? A Unimed cobriu TUDINHO. Não paguei nada. Mas depois gastei o dinheiro renovando guarda roupa, porque né… Hahahahah
Me operei e correu tudo melhor que o esperado. Eu só senti dor no dia da cirurgia, que sofri mesmo, não minto, doeu MUITO. Mas no outro dia eu já não sentia mais nada. Já podia tomar água, chá e água de coco, de hora em hora, 10 copos por dia. No terceiro dia, tomei 20 copos por dia, de 30 em 30min. E nós próximos 20 dias, tomei 40 copos por dia, começando as 9h da manhã e terminando por volta das 21h, 22h. Os copos, nos 20 dias eram suco de gelatina diet, batida de leite de soja com um pedaço de fruta, suco de fruta natural, chá, gatorade, caldo no almoço e na janta, e três suplementos pra eu não ficar muito fraca. Detalhe: nos primeiros cinco dias, é tudo coado no pano de prato. Nos 10 seguintes, na peneira. E nos últimos 5, sem coar. Depois disso comecei a comer devagar.
Eu nunca passei mal. Nunca vomitei. Nunca tive dumping (é quando entala a comida), nunca tive deficiência de nenhum nutriente, consigo comer carne, consigo tomar água, tudo. Até agora, com quase 2 anos de cirurgia, não comi nada que tenha me feito mal. Ufa!!!
Hoje, faltam 4kg pra eu chegar na minha meta. A do médico já foi atingida. Agora, exatamente dois anos depois da redução, dia 27 de junho de 2013, vou fazer as cirurgias plásticas reparadoras. No momento, estou com alimentação regrada, e exercícios físicos todos os dias. Seg qua e sex, vou pra academia. Terça e quinta de manhã eu corro, e a noite tenho muay thai! Quando eu fizer a plástica, aí sim vou fazer dieta pra conseguir hipertrofiar e definir um pouco.
Essa é a minha história. Teve muita gente envolvida, muita gente que me ajudou, me apoiou. E hoje as pessoas que me fizeram mal no passado, querem ser minhas amigas (mas eu não quero ser delas!). Hoje eu tenho um namorado lindo, amigos que desde antes estavam comigo e ainda continuam, uma família maravilhosa que eu amo mais que tudo e muita, muita saúde!!!! Desculpem se eu escrevi demais, gente. Me empolgo!!! Hahahah
Obs: Olhem as fotos mais pra baixo!!!
Pra quem quiser me seguir, meu instagram é @khamoui e meu face é http://www.facebook.com/karimehamoui =)
Beijo e obrigada pra quem leu minha história!!!”





Essa sou eu, hoje.
(…) E até hoje me lembro de todas as brincadeiras… E como você falava pra mim: ”para de alimentar a dor, pequena”… Não tem. A dor já se alimenta sozinha. Ela retira força pra voltar quando eu estou vulnerável. Ressurge nos momentos mais inesperados e demora pra passar de novo. E eu me pergunto se com você é assim. Eu não sei se você pensa em mim. Se você lembra de mim e se pergunta como eu estou… Se você perde tempo lembrando de como éramos felizes… Se você se arrepende. Se você faria diferente. Se você realmente me amou.
Karime Hamoui (vienderose)
Existem coisas na nossa vida que marcam. Marcam tanto a ponto de que pode se passar um, dois, três, quatro, cinco anos e ainda nos lembramos de tudo com detalhes. Eu me lembro do dia, do horário, e do momento. Das suas palavras (ou seriam não-palavras?), do meu desespero, do meu choro, do meu pranto. Da minha dor. Dor que incomoda um pouco até hoje. Dor do inacabado, do inexplicado, do repentino, do abandono. Por quê? Sempre me pergunto. Dois anos de mentira. Dois anos de ilusões, de falsidades, de invenções. O que você falava, o que a gente viveu, também foi tudo mentira? Ou só a sua identidade? Claro que, na época, eu era ingenua. Outra fase da minha vida. Outra situação. Eu procurava refúgio na internet. Em perfis falsos, procurando amigos, procurando amor. Amor que eu não recebia das ditas ”pessoas reais”, então, procurava nas virtuais. Então, conheci você. E desde o início soube que você seria um amigo. Um amigo, um irmão. Meu melhor amigo. Foram dois anos de confidências e momentos únicos trocados. Eu não sei, eu nunca percebi.. Ou percebi e era tão cega e você era tão importante pra mim que não queria acreditar. Você foi o único homem pra quem eu me abri e não senti nada mais que amizade. Pura e verdadeira amizade. Irmandade. E por quê? Por que manter dois anos de mentira? Pra que alimentar a mentira? Não éramos os únicos envolvidos. Haviam mais pessoas, mais amigos.. Que estavam juntos nisso. Nessa rede de mentiras. Nesse jogo que brincaram comigo. Não, não foi legal. E sim, doi até hoje. E eu sempre me pergunto como seria se ainda estivéssemos nos falando. E se eu não tivesse descoberto? Você teria me contado? E me pergunto também, e se eu te encontrar andando na rua? E aí, o que vou fazer? Eu não sei. Definitivamente eu não saberia o que fazer. Hoje, depois de três anos, quase, eu ainda imagino o dia que vou encontrar você de verdade e vamos conversar e você vai me contar exatamente tudo que aconteceu… Pra que mentir? Pra que fingir personalidades, pra que inventar pessoas? Pra que? Por que fazer promessas e nunca cumprir? Pra que me machucar como fez? Pra que me chamar de irmã, de melhor amiga, pra depois simplesmente sumir da minha vida sem nenhuma explicação? Pra que dividir momentos e jogar tudo fora? Por quê? Não consigo entender e acho que nunca vou. Eu devo muito à você, apesar de tudo. Aprendi muito e foram muitos momentos e muitas coisas que vivemos… Eu fiquei forte, sim. Tudo isso me fortaleceu. Mas não me entra na cabeça como alguém pode viver uma mentira durante dois anos e simplesmente não se explicar. Como? Foi legal brincar comigo? Foi legal rir de mim durante esse tempo? Foi divertido me fazer de idiota enquanto eu acreditava que iríamos ser amigos pra vida toda? Não sei se foi. Mas doeu. E essa dor ainda volta de vez em quando, assim como está voltando agora. E com muita, muita intensidade. Eu entro na sua página sempre. Até hoje reconheço o jeito que você escreve, seu jeito de agir, seu jeito nas fotos… É o mesmo. Eu vejo meu amigo em você. Vejo meu irmão. Mas cadê você? Se eu pudesse, sim, eu voltava. Voltava no tempo e fazia tudo direito. Eu iria atrás de você. Eu iria tirar satisfações. Eu não seria tão ingênua. E quem sabe eu te aceitasse do jeito que você é… Aliás, pra que se esconder se você é essa pessoa tão boa, tão bonita, por fora e por dentro, tão bem de vida… Por quê? São muitas perguntas e eu espero que um dia sejam respondidas. Um dia… Um dia qualquer. Vou estar andando pelas ruas de Floripa ou Camboriú e irei esbarrar em você. Tenho certeza disso. E você poderá até não me reconhecer, mas eu saberei que é você, assim, de longe. E acredite, iremos conversar. E muito. Acredito nisso. E onde quer que você esteja, que esteja feliz e bem sucedido na sua vida. Você continua sendo o ping do meu pong. E até hoje me lembro de todas as brincadeiras… E como você falava pra mim: ”para de alimentar a dor, pequena”… Não tem. A dor já se alimenta sozinha. Ela retira força pra voltar quando eu estou vulnerável. Ressurge nos momentos mais inesperados e demora pra passar de novo. E eu me pergunto se com você é assim. Eu não sei se você pensa em mim. Se você lembra de mim e se pergunta como eu estou… Se você perde tempo lembrando de como éramos felizes… Se você se arrepende. Se você faria diferente. Se você realmente me amou.
Karime Hamoui (vienderose)
A gente sabe que é a pessoa certa quando entendemos porque não deu certo com nenhuma outra pessoa antes. Quando sentimos que é certo estar junto. Que nunca é demais. Que é bom sentir saudade, mas só um pouquinho. A gente sabe que é a pessoa certa quando não medimos esforço nenhum para agradar. Quando existe um brilho nos olhos que demonstra amor. Quando simplesmente estar junto, mesmo que fazendo nada, já é o suficiente. A gente sabe que é a pessoa certa quando dizer eu te amo não parece mais suficiente pra demonstrar tamanho sentimento. A gente simplesmente sabe. A gente simplesmente sente.
Karime Hamoui (vienderose)
Aprendi que em relacionamento de amiga com namorado não se dá opinião. Não gostar é uma coisa, mas respeitar e apoiar é outra. Ser amigo é um pouco disso. Estar ao lado mesmo quando não é a favor do relacionamento que a amiga tem. Não precisa babar ovo, nem nada. Só respeitar. No relacionamento dos outros não se dá opinião. Você nunca terá como saber como é exatamente porque nunca irá viver o mesmo. Cada relacionamento é único. E nem sempre o que você acha que é, é o que realmente acontece. Então mesmo que não goste, esteja ali pra quem você ama. Suporte. E se um dia - espero que não - algo dê errado, estenda sua mão e ajude. Mas não diga aquela frase insuportável ”eu te avisei”. Não tem coisa pior que ouvi-la em uma situação que já está ruim.
Karime Hamoui (vienderose)
Não ligue para o que falam da sua vida. Nunca ninguém vai entender porque ninguém nunca vai viver a mesma coisa que você. As pessoas sempre vão falar. E vão falar errado. Mas você sabendo o que faz da sua vida e como é sua vida, o resto não importa. Viva pra si mesmo e pra quem se importa realmente com você. E compartilha sua felicidade.
Karime Hamoui (vienderose)
Fique feliz. Encontre um amor. Viva sorrindo. Alcance objetivos. Realize sonhos. E aí verá quantas pessoas que se dizem amigos ficarão realmente felizes junto com você. Não se surpreenda, nem se decepcione. O número é mínimo.
Karime Hamoui (vienderose)
Esse é o meu comum. Esse é você. Imprevisível. E esse somos nós. Nada.
Karime Hamoui (vienderose)
Lembro-me de quando o universo era apenas nós. Eu costumava saber o que você fazia, aonde você ia e em que você pensava. Hoje é diferente, e você sabe. Costumávamos ser uma só alma, um só ser. E agora? E nosso destino? Eu precisava de você, do mesmo modo que você precisava de mim. Éramos um, sempre eu e você. Eu costumava pensar em você a cada instante, e costumava sentir sua presença mesmo que não estivesse realmente presente. Hoje você não me reconhece mais, passa e não olha, sempre com uma nova companhia. Hoje você não é mais meu, é de ninguém, é de qualquer pessoa. Estragou a sua vida, estragou a minha vida, desandou meu mundo e desmoronou nosso destino. Eu costumava saber aonde você estava. Eu costumava amar você.
Karime Hamoui (vienderose)
O vazio que me corrói é intenso, é maior do que meu próprio eu. Palavras assim não adiantam em nada, mas preciso expor isso da maneira mais cruel de se dissolver lágrimas interiores: escrevendo. Ele sabe que isso me faz sofrer, e insiste em fazer de novo e repetir quantas vezes forem necessárias para me ver chorar, bem lá, no fundo do poço, e com certeza, ele nunca se arrependerá. Nunca. Nunca é uma palavra forte e é exatamente por isso que eu devo usá-la em uma situação como essa. Ódio, amor, amizade, irmandade. Tudo se mistura aqui dentro, os sentimentos estão se revoltando contra mim e daqui a pouco eu não vou aguentar mais. Eu te amo, eu te odeio, eu te quero, eu te preciso.
Karime Hamoui (vienderose)
Não quero viver assim….
Não quero ser tão dependente de ti.
Não quero viver lamentando sua ausência,
nem tão pouco chorar pela sua falta de delicadeza.
Karime Hamoui (vienderose)
De tudo que passou, o que sobrou foi a única coisa que eu não queria que sobrasse: o meu amor por você.
Karime Hamoui (vienderose)
De tudo que passou, o que sobrou foi a única coisa que eu não queria que sobrasse: o meu amor por você. E apesar de saber - agora mais do que nunca - que nada vai acontecer, eu continuo a insistir no que sinto por você. Falando assim, parece que eu gosto de me machucar, mas não… Eu quero te esquecer, e você e eu sabemos que é isso o que devo fazer. Você também deve esquecer o que sente por mim, mas essa tarefa se torna difícil quando eu consigo ficar dias sem pensar em você e de algum modo você aparece e tudo volta, sem mais nem menos. E isso não é nada comparado a dor que sinto ouvindo você mandar eu te esquecer e dizer que já está me esquecendo, sendo que nos dias seguintes você fica mal por saber que eu conheci outro cara, mesmo eu não sentindo nada por ele. Confuso, não é? Pois fica bem pior quando eu sonho com você ou começo a imaginar você comigo, sem essa distância, retribuindo o que eu sinto, me amando como eu te amo. Dói. Muito, e eu nem sei descrever essa dor. Mas, chegou o momento em que eu comecei a me acostumar, e tenho que aceitar que eu nunca mais vou poder te chamar de amor. E agora, tudo que eu sinto por você eu escrevi num pedaço de papel, o que me ajuda a não te esquecer. Burrice? Não. Sei que me machuco mais, só que apesar de tudo, as vezes vale a pena arriscar, e como você disse, no jogo do amor vale tudo. Porque, talvez, mesmo com tudo isso, você seja tudo que eu sempre quis.
Karime Hamoui (vienderose)
Infelizmente a alegria não ensina tanto quanto a tristeza. Quem dera nós aprendermos com a alegria, sem sofrer. O sofrimento é inevitável e a felicidade não existe. O que existem, são momentos de alegria. Momentos que passamos com quem amamos, fazendo o que gostamos. Já a tristeza, essa está clara e presente dentro de nós. Ás vezes, ela vem sem motivo e nos deixa pra baixo. Outras vezes, ela vem com um motivo bom, forte e concreto e nos deixa sem chão, com uma dor aguda no peito. Com essa tristeza aprendemos muitas vezes em quem confiar, o que fazer em certas situações e como não passar pela mesma coisa novamente. Mas, quem disse que adianta? Algo dentro de nós sempre nos leva pra dor novamente. Porque, ingênuos, nós acreditamos que as pessoas não são todas iguais e que dessa vez, vai ser diferente. Obviamente que estamos cegos de amor e não pensamos que iremos nos machucar mais uma vez. Com isso, muitas vezes nos tornamos frios e não acreditamos mais nas pessoas. Aprendemos que, independente das juras de amor e palavras bonitas, o sofrimento e a dor é muitas vezes, inevitável.
Karime Hamoui (vienderose)
Eu não sou qualquer uma, e você não pode ficar comigo até “saber tudo sobre mim”, não gostar e depois cair fora. Tenho um coração e não se brinca com isso. Me quer? Assume. Me aceite por inteiro. Não espere até conhecer todos os meus defeitos. Conheça-os ao longo do percurso, enquanto estivermos juntos. Ande de mãos dadas comigo e mostre pra todos que eu sou sua. Eu não me importo, adoro isso. Troque carinhos em público. Você sabe que não tem coisa que eu goste mais. Diga o que sente por mim quantas vezes for possível. Nunca vou cansar de ouvir. Mas assuma, por favor. Principalmente pra nós dois. Não vou estar aqui o resto da vida, então faça algo antes que eu me canse de verdade. Esteja ciente que se isso acontecer, eu não volto.
Karime Hamoui (vienderose)